Mostrando postagens com marcador Presente. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Presente. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

sensação 47 de 365

ganhar um delicioso lanche feito com três tipos de chocolate. há presentes que não têm preço por serem únicos. a responsável pela tarde mais leve? júlia contrucci. ou uma outra versão de milena buarque. :)

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Trecho de um livro que eu ainda quero ler. Ganhei de presente:

"Chamo-lhe amor para simplificar. Há palavras assim, que se dizem como calmantes. Palavras usadas em série para nos impedir de pensar. O que existia, existe, entre nós é uma ciência do desaparecimento. Comecei a desaparecer no dia em que os meus olhos se adunaram nos teus. Agora que os teus olhos se fecharam sei que não voltarás a devolver-me os meus."

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Presente de segunda-feira

Ontem à noite eu ganhei um poema - acompanhado d'O Nascimento de Vênus, de Botticelli. Me senti incrivelmente feliz e muito honrada.


Primeiro soneto a Maria dos Povos, de Gregório de Mattos

Discreta e formosíssima Maria,
Enquanto estamos vendo a qualquer hora
Em tuas faces a rosada Aurora,
Em teus olhos e boca o Sol e o dia,

Enquanto com gentil descortesia
O ar, que fresco Adônis te namora,
Te espalha a rica trança voadora
Quando vem passear-te pela fria,

Goza, goza da flor da mocidade,
Que o tempo trata a toda ligeireza,
E imprime em toda a flor sua pisada.

Oh não aguardes, que a madura idade,
Te converta essa flor, essa beleza,
Em terra, em cinza, em pó, em sombra, em nada.

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Marianne, Maynary, Milena...

‎"Marianne ainda era mais bela. Suas formas, conquanto não tão perfeitas como as de sua irmã no que se refere a altura, eram todavia mais atraentes, sua face era tão adorável que quando nos vulgares louvores era chamada de linda, a verdade era menos violentamente ultrajada do que em geral acontece. Sua pele era muito morena, mas dada a sua transparência e compleição eram invulgarmente brilhante; suas feições eram puras; seu sorriso doce e atraente e em seus olhos escuros e profundos havia uma vida, um espírito, uma ansiedade que não podiam ser vistos sem prazer."



-
A prirmã mais linda do mundo, a minha, está lendo mais um livro de uma das melhores escritoras de todos os tempos: Jane Austen. (Somos suas fãs inveteradas, Jane.)
May, minha prima, me deu este presente: disse que Marianne sou eu.
Ainda não li Razão e Sensibilidade, apenas vi o filme. Com certeza, será um dos próximos.


-
Eu e você - Elinor