O que falar dele?
Bem, posso dizer que foi uma grande honra assisti-lo por 1h30. Que ele é bem mais parecido com o jeito do meu pai - já sei disso em relação ao Caco Barcellos, por exemplo -, do que eu imaginava.
É aquele Ricardo Boechat que chega atrasado na rádio, rendendo-me altas gargalhadas. Muito mais esse Boechat da rádio, que da tevê.
Ele me chamou de perguntadeira na hora em que pedi uma foto. E ele é bem mais baixinho - 80% das pessoas tiveram essa mesma impressão - fora da bancada do Jornal da Band.
Claro, anotei termos técnicos, dicas, histórias e tudo foi filmado pelo meu querido celular. Inclusive, foi uma surpresa, e um prazer, ter segurado o caderno velho de contatos dele, com o aviso prévio de que as pessoas que já faleceram tinham um asterisco vermelho ao lado de seus nomes. Encontrei de Rubem Braga a Chico Buarque. Entre tantas outras coisas que permanecem mais frequentemente em minha mente...
Em termos jornalísticos, o meu mural contém o Caco, o Cronkite, o Tarso de Castro e o Boechat. Outros ídolos? Obviamente. Entretanto, são estes que estão na minha parede. Muito tardiamente; não é possível conhecer o Tarso, mas o Caco nos concederá uma palestra em outubro na Mackenzie. Possivelmente teremos outro post desordenado e com muitas lembranças bacanas.
Enfim, não me esquecerei desse dia. No meu primeiro semestre de Jornalismo, conheci o Boechat.
Tudo só está começando...
Com o celular do Cristian, pois o meu havia se esgotado em bateria...
, @mibuarque.
PS: Falando da doce Veruska aqui.
Um agradecimento especial ao nosso DACAM que tornou isso possível. Rs
Ah! Sobre o título: uma pequena brincadeira já que ele nos contou sobre a sua descoberta - e o não entendimento - recente do "@" do twitter...
Um agradecimento especial ao nosso DACAM que tornou isso possível. Rs
Ah! Sobre o título: uma pequena brincadeira já que ele nos contou sobre a sua descoberta - e o não entendimento - recente do "@" do twitter...

