segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Retorno e flickr
Já me disseram que o melhor da viagem é o retorno. Não sei se procede. Mas que é realmente muito bom voltar para casa, ah, isso é verdade. Foi excelente esse um mês em Recife, aliás, sempre é - cada qual a sua maneira. Vi minha família, me diverti com a minha prima e revisitei meus lugares favoritos. E, claro, conheci tantos novos.
Agora só no final do ano... Ainda assim, as despedidas sempre são difíceis e chorosas, não?!
Não estava me aguentando de saudade de São Paulo. Rs.
E, por fim, as fotos do post do IRB e outras mais já estão no flickr. Aqui.
Agora só no final do ano... Ainda assim, as despedidas sempre são difíceis e chorosas, não?!
Não estava me aguentando de saudade de São Paulo. Rs.
E, por fim, as fotos do post do IRB e outras mais já estão no flickr. Aqui.
Adieu,
terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Sem
Costumo lhe elogiar diante das outras pessoas; enaltecer suas inúmeras qualidades.
Tem uma, por sinal, que lhe é tão cara: a de quebrar corações com palavras. Consta em desestruturar indivíduos por meio de vocábulos simples, sentenças clichês, porém, impregnadas de sentimentos.
Gostaria de ser dura dessa forma: transbordar emoções em um discurso um tanto - aparentemente, claro - frio e racional.
No entanto, não consigo.
Sempre choro entre uma vírgula e outra. Ou utilizo um ponto e vírgula para me esvair.
Cansei, presumo, de lhe elogiar. Ainda o admiro tanto e tanto. Mas dessa vez, você, com suas palavras, quebrou meu coração de tal forma, que não faço mais tanta questão. Não.
Tem uma, por sinal, que lhe é tão cara: a de quebrar corações com palavras. Consta em desestruturar indivíduos por meio de vocábulos simples, sentenças clichês, porém, impregnadas de sentimentos.
Gostaria de ser dura dessa forma: transbordar emoções em um discurso um tanto - aparentemente, claro - frio e racional.
No entanto, não consigo.
Sempre choro entre uma vírgula e outra. Ou utilizo um ponto e vírgula para me esvair.
Cansei, presumo, de lhe elogiar. Ainda o admiro tanto e tanto. Mas dessa vez, você, com suas palavras, quebrou meu coração de tal forma, que não faço mais tanta questão. Não.
Algum Novembro (2010).
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
.
A lua voltou para trás da nuvem porque ela também tinha medo das mesmas coisas que eu.
[os famosos e os duendes da morte
ismael caneppele]
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
domingo, 9 de janeiro de 2011
Brennand das armas
Quando se visita um Brennand, sendo Francisco ou Ricardo, é impossível não voltar um pouco mudado. Sinceramente, não sei a quantidade de obras que o Ricardo, por exemplo, tem em sua coleção particular. Desde estátuas, ou quadros, até grandes armas, ou canivetes. Aliás, tudo começou com um canivete que recebeu de seu pai, quando criança.
Volto do Instituto Ricardo Brennand muito impressionada com a história; com a humanidade; com os mistérios que nos cercam e também com o grandioso castelo que abriga seus meros (!) objetos. Penso que se eu tivesse apenas um quadro de seu acervo, já seria muito feliz.
Como entrar em uma Pinacoteca e ver o Brasil Holandês, homenagens a Nassau, Rodin e Rugendas juntos? E ainda adentrar em um castelo gótico cheio de armas e com cintos de castidade - aqueles que os reis obrigavam o uso às rainhas?
Já conhecia o IRB desde os meus 10, 11 anos. Hoje, nessa nova visita, obviamente, a visão é outra. Lembrava-me de pouquíssimas obras: dos leões na entrada, que pareciam do Castelo Rá-Tim-Bum - O Filme; de um tríptico sacro - porque tenho uma foto com ele e d'O Pensador, de Rodin, que está sendo substituído pelo Davi, do Miche.
Bom, se nada disso encanta, ainda há a famosa sala dos Bonecos de Cera. Climatizada, abriga um julgamento da época de Luís XIV. Incrível! O segurança - que meu tio chamou carinhosamente de Ben Stiller - confirmou o boato de que eles andam pelo castelo à noite.. Enfim.
Ficam as fotos e a vontade de voltar.
Agora, como de costume, visitarei o irmão, Francisco Brennand - exímio artista plástico.
Volto do Instituto Ricardo Brennand muito impressionada com a história; com a humanidade; com os mistérios que nos cercam e também com o grandioso castelo que abriga seus meros (!) objetos. Penso que se eu tivesse apenas um quadro de seu acervo, já seria muito feliz.
Como entrar em uma Pinacoteca e ver o Brasil Holandês, homenagens a Nassau, Rodin e Rugendas juntos? E ainda adentrar em um castelo gótico cheio de armas e com cintos de castidade - aqueles que os reis obrigavam o uso às rainhas?
Já conhecia o IRB desde os meus 10, 11 anos. Hoje, nessa nova visita, obviamente, a visão é outra. Lembrava-me de pouquíssimas obras: dos leões na entrada, que pareciam do Castelo Rá-Tim-Bum - O Filme; de um tríptico sacro - porque tenho uma foto com ele e d'O Pensador, de Rodin, que está sendo substituído pelo Davi, do Miche.
Bom, se nada disso encanta, ainda há a famosa sala dos Bonecos de Cera. Climatizada, abriga um julgamento da época de Luís XIV. Incrível! O segurança - que meu tio chamou carinhosamente de Ben Stiller - confirmou o boato de que eles andam pelo castelo à noite.. Enfim.
Ficam as fotos e a vontade de voltar.
Agora, como de costume, visitarei o irmão, Francisco Brennand - exímio artista plástico.
Aime...
As outras fotos estarão no flickr,
Adieu.
Assinar:
Postagens (Atom)

