quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

2010... 1... 2011

Em épocas remotas de fotolog - ou algo similar -, era comum fazer retrospectivas e post de fim de ano. Não que não tenha mais essa viagem por alto sobre o ano que se encerra. Ela só fica em minha mente, e não há mais tanto o interesse em transcrever algo.
Pelo mais alto grau de sensibilidade que uma palavra possa transmitir, preferia que, se houvesse um post final, fosse tudo um fluxo de pensamento. Uma dança das memórias. Uma espécie de liberação das tensões. Ah, e que muita coisa fosse revivida na sua essência.
Este ano foi maravilhoso para mim. Não fiz nenhum balanço, nem listas de memórias felizes ou tristes, digo isso pelo que sinto. Bom, sempre acabo tendo essa mesma conclusão. Porém, cada ano se diferencia do anterior - óbvio e ainda bem.
Novas experiências. Novíssimas. Pessoas novas. E muitas amizades antigas reforçadas.
Um ano que a saudade foi uma constante. Um ano que o futuro foi tão presente. E tudo cheio de presentes, aliás. Conquistei muitas coisas boas em 2010, e só tenho a agradecer.

Já que não tem listas finais, o post se encerra com desejos maravilhosos para um 2011 perfeito. Ou quase lá.
Um beijo a todos.
E um reveillon inesquecível!

MB.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

A causa

Prefiro pensar que se tratava de um sonho. Exagero meu chamá-lo pesadelo. Não tenho pesadelos.
Entre sombras e feixes de luz, via-me perdida. Eu me não sentia. Sentia-me não.
Quando o sol se derramava sobre mim, trazia uma tontura, uma embriaguez. Estava ébria e tentando regozijar o que doía. Muita coisa ardia aqui dentro. Para fora vá. Vá.
O tempo não fazia parte disso tudo; quieto. Não havia pressa e isso adulava minha angústia.
Não descansei um só momento hoje, digo-lhe. Sim, pensando. Mas tenho de comentar que minhas saias floridas não me permitiam uma gota de reflexão.
Tentavam de todas as formas. Tentavam a todos. Bailei em meio à lágrimas. Estas eram refresco num período árido.
Que dor é não conseguir falar. Que pena é não conseguir gritar. Nada estava em ordem para chegar a esse fim. Então, não havia uma arrumação para expelir. Chorava, suava, bailava, saias ao vento tentavam. Em vão, tentavam.
Por favor, tudo isso me é desprezível. Não entendo, mas é por esse ardor que sei que sou. Sou.
Ontem eu lhe esperei. No topo da colina - ou na esquina da R. X com a Y -, eu fiquei. Sem lágrimas, com um sorriso decadente mas sincero e minhas saias floridas.

, eu na consequência.

domingo, 26 de dezembro de 2010

Ligados para sempre, abandonaram-se ao amor

- Amiga, que é então que vos atormenta?
Ela respondeu:
- O amor por vós.
Então ele pousou seus lábios sobre os dela.

Os amantes abraçaram-se. Em seus belos corpos fremiam o desejo e a vida.

tristão&isolda

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Mimos...

Passando apenas para deixar dois selinhos indicados ao blog pela Manuela e pela Fê.
Obrigada, meninas. Ao todo o 'É como o vento...' já recebeu 17 memes e eu fico muito feliz, pois é uma outra maneira de demonstração de carinho.
Às vezes me sinto só, ou com algo para dizer, e venho aqui escrever... Escrever para liberar essas tais vozes. Entretanto, diversas vezes não consigo falar coisa alguma. Começo, então, a navegar pelos blogs. E aí encontro textos, trechos, citações, falas, poemas, vídeos, músicas, fotos, indicações que têm a ver comigo. Sem falar nas pessoas maravilhosas que conheci por aí!




Bom, passo esses dois selinhos aos:
- Psiquê Cotidiana, da Gabi;
- Perto Demais, da Paty (Depp, rs);
- Mademoiselle Paris, da Milla;
- Janela de ônibus, da Laryssa;
- Ao final do inverno, do Fernando;

-
Galera, hoje à tarde estou indo para Recife (PE). Prometo tentar não sumir do blog nessas férias... rs.
Adieu

sábado, 18 de dezembro de 2010

Lóri

Existir é tão completamente fora do comum que se a consciência de existir demorasse mais de alguns segundos, nós enlouqueceríamos. A solução para esse absurdo que se chama "eu existo", a solução é amar um outro ser que, este, nós compreendemos que exista.


'Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres'.
(Clarice Lispector)

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

.


:)

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Focas! Focas no Estadão!

Na última segunda-feira (13)...
Err, o post é sobre a minha visita ao jornal O Estado de S. Paulo, mas não precisa começar tão formal! Rs.

Pois bem, uma pequena parte - mais precisamente oito alunos - do 1º semestre de Jornalismo do Mackenzie foi visitar o Estadão, junto com o professor de Teorias da Imagem. Claro, eu estava lá.
Desde sempre e até este momento, minha preferência é pelo jornal impresso - depois vem a rádio, com muitos pontos, e por último a tevê. Assim como sou leitora assídua do Ilustrada, também curto muito o Caderno 2. Enfim.

A visita foi guiada pela Carla Miranda, jornalista do caderno de Viagens (Estado) e Turismo (JT).
Passamos por editorias, a parte do arquivo, a sala dos focas - jornalista recém-formado, em início de carreira, inexperiente - e, por fim, fomos ver um pouquinho da Rádio Eldorado.

Nem preciso falar o quanto gostei da visita. E que tudo isso só reforça o meu desejo de estar ali. Não dou a mínima para essas infinitas histórias de focas escravizados - rs -, começo difícil e 'pisinho' salarial... A Carla, inclusive, também comentou sobre como é difícil entrar para o Caderno 2... Oh, céus!
É isso que eu quero!

Agora, um pouco dos meus registros oculares...



@Jessica_Amr e @cagelsi




Só os pauteiros logo cedo


Foquinha!




Sala dos focas, com direito a forca...


Gabriel Monteiro, Cristian Faria, Diego Felix, Guilherme de Sá. Manuela Malachias, Milena Buarque, Carla Miranda, Caroline Gelsi e Jéssica Amorim


Mais uma: celular do Cris...



Adieu!

domingo, 12 de dezembro de 2010

Para ela

Ele: Um dia, você me disse que sentia a hipocrisia de ter gostado por tanto tempo, por ter amado sozinha.
Talvez não seja essa a palavra, mas consegui entender o que você quis dizer.
Acho tão estranho o modo como acabou (ou melhor, o não acabar), eu não correspondi aos seus anseios e idealizações, mas amei muito todo esse tempo.
Daria tudo para retornar a alguns momentos.
O legado desse amor silente são meus sonhos diários com você. Hoje, sou eu que te amo sozinho.


(Em um dia aleatório, o não dito.)

domingo, 5 de dezembro de 2010

My pride...

Mr. Darcy: How are you this evening, my dear?
Elizabeth Bennet: Very well... Although I wish you would not call me "my dear".
Mr. Darcy: Why?
Elizabeth Bennet: Because it's what my father always calls my mother when he's cross about something.
Mr. Darcy: What endearments am I allowed?
Elizabeth Bennet: Well let me think..."Lizzie" for every day, "My Pearl" for Sundays, and..."Goddess Divine"... but only on very special occasions.
Mr. Darcy: And... what should I call you when I am cross? Mrs. Darcy...?
Elizabeth Bennet: No! No. You may only call me "Mrs. Darcy" when you are completely, and perfectly, and incandescently happy.
Mr. Darcy: Then how are you this evening... Mrs. Darcy?
[kisses her on the forehead]
Mr. Darcy: Mrs. Darcy...
[kisses her on the right cheek]
Mr. Darcy: Mrs. Darcy...
[kisses her on the nose]
Mr. Darcy: Mrs. Darcy...
[kisses her on the left cheek]
Mr. Darcy: Mrs. Darcy...
[kisses her on the mouth] 


-
Porque eu não me canso..