quarta-feira, 29 de abril de 2009


Querendo ver alguma peça. Vamos?
E tem Virada Cultural esse fim de semana. Alguém vai?

domingo, 26 de abril de 2009


Todos possuem a felicidade, FATO! O problema, é que sempre esquecem onde a guardaram. A minha está ali ó...
(Milena Buarque)

quinta-feira, 23 de abril de 2009


Não há pensamentos. Não há frases. Não há nada a ser dito. MENTIRA.
Há muito a ser falado, comentado, citado, explicado, mas sem a vontade, e com a dúvida em seu lugar, de nada vale!
Sinto que é tempo de mudar/mudança. E posso afirmar que são boas mudanças! Assim eu espero.
Uma passada meio sem sentido, mas fazer o quê não é?! Aqui é o meu cantinho... Nem tudo tem que ter algum sentido. E eu, definitivamente, não tenho sentidos, não faço sentido... (?)
(Milena Buarque)

terça-feira, 21 de abril de 2009

Devaneios II


Você fez questão de lembrar ao meu coração, que ainda há uma parte que lhe pertence. Como se eu fosse dá-la à alguém! Que ultraje!
Como ousas, causar-me tanta dor?
(Milena Buarque)

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Devaneios I

As estrelas, que esses dias o céu me possibilitara ver...
Hoje foram encobertas pelas nuvens!
Fur Elise. A menina com os olhos direcionados para cima, estranhamente suplicantes, interroga:
"Ah! Sra. Nuvem, será que a sra. não pode deixar-me ver a estrela? Posso assegurar-lhe que não sou capaz de roubá-la!"

(Milena Buarque)

domingo, 19 de abril de 2009

"A noite de ontem será inesquecível!
Atuar num outro País, é sempre um desafio.
Ainda mais numa peça como o “O Homem Inesperado”, onde as ações e os personagens são contados pelos atores, cada qual em seu espaço, viajando num trem.
Qual a nossa surpresa! Os portugueses nos assistiram com uma atenção, com um interesse, que só se explica pela eterna magia do teatro. Que noite!
Aplausos frenéticos, intensos. Lavamos a alma!
A alegria dessa energia, nos dá o prazer de sermos atores."

Texto de Paulo Goulart - Lisboa, 16 de abril de 2009.


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Pois é, ele já disse tudo! E eu, a cada dia que passa, tenho a certeza ainda maior, que o TEATRO É A MINHA VIDA.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

E as estrelas? (16.04)

Esses dias me senti angustiada pelo céu. Me senti presa.
Sei que sou (somos) um ser tão pequeno diante da imensidão do mundo. Não consigo, nem ao menos tocar o próprio céu.
Creio que tenho bastante espaço. Mas, ele, naquela noite fria (ótima), me prendia e me obrigava a pensar no que passou.
Como se estivesse dentro de um potinho. O céu era a tampa e provavelmente as estrelas, os buraquinhos...
Poderia, eu, passar por esses buraquinhos e ir em direção a luz (tão desconhecida, quanto o escuro).
Porém, não havia estrelas... Elas não foram embora, tenho certeza! E nem foram mortas, tenho certeza!
Ah! Esses seres, que nem sequer buscam a presença das estrelas...
Ah! Quero ver as estrelas, na escuridão dessa cidade!

(Milena Buarque)

domingo, 5 de abril de 2009

Mas o que importa o som da minha voz? É o som do meu coração que deveis ouvir!